29.4.09

olé

Vão realizar-se este ano em Julho duas corridas de toiros na cidade de Espinho, onde existiu sempre grande afición pela Festa Brava e onde o saudoso Manuel dos Santos chegou a gerir uma praça semi-fixa - soube o "Farpas" junto da entidade que as organizará.
As corridas serão nos dias 12 e 25 de Julho e, segundo apurámos, estão já contratados Rui Salvador, Batista Duarte e Gilberto Filipe e os Forcados de Vila Franca e Aposento de Tomar para a a primeira corrida; João Salgueiro, Batista Duarte e a espanhola Maria Saray, bem como os Forcados de Alcochete e Aposento de Tomar para a segunda.

in Farpas


Cuidei que fosse mais uma anedota sobre o burgo, mas pelos vistos a coisa vai acontecer mesmo! As touradas estão de regresso a Espinho, por inciativa de meia-dúzia de saudodos dos tempos da festa brava. Aí está o Verão que Espinho merece...com festa da cervejola e touros de lide. Vai ser uma alegria!!!

27.4.09

25.4.09

quando o verniz estala

Esta semana ficou a saber-se, em plena fase final do campeonato, que os jogadores de Voleibol do S. C. Espinho tinham vários meses de salários em atraso. Consequência de um um corte substancial das verbas dos patrocinadores - Delta e Solverde - mas, seguramente também, do facto de haver muita gente que dirige a secção a olhar, mais para si, do que propriamente para a sobrevivência da modalidade que mais títulos e prestígio garante ao clube.
Esta revelação leva-me a temer o pior no final da época. Se a taça não vier para o lado de cá, muita mais roupa suja se vai lavar em público e muito mais vai acontecer.

23.4.09

lá no gueto

As intenções políticas de quem levantou a questão - peregrina e mundividente - dos estendais no bairro piscatório, são por demais conhecidas. Para quem, como eu, visita assiduamente aquela zona da cidade durante todo o ano (e não somente de quatro em quatro anos), torna-se no mínimo redutor falar em estendais, ao observar a sua penosa degradação. Os problemas do bairro são muito mais profundos e bem menos paroquiais do que esse.
Nos últimos anos, pelo menos duas grandes obras, estruturantes do ponto de vista urbanístico, passaram ao lado do bairro piscatório: a requalificação da marginal sul e o rebaixamento da linha-férrea. Se o primeiro caso ainda poderá ter solução (embora ela não seja para breve e duvido que, quando chegar, vá adiantar alguma coisa), no segundo, trata-se de um atentado urbano que hipotecou por muitos e bons anos o desenvolvimento daquela povoação e, pior do que isso, que a guetizou por completo. Hoje a zona mais tradicional da cidade, o pequeno núcleo habitacional que outrora deu origem a Espinho, que albergou a maior indústria de conserva do país, que mantém laços de identificação muito fortes com o mar e com a pesca (também estes votados ao esquecimento pelo poder político); não passa disso mesmo: um gueto. Marginal, soturno, degradado e esquecido. Olhamos aqui ao lado e vemos o que o concelho de Gaia fez com o seu "bairro piscatório": a Afurada é hoje um lugar aprazível, limpo e organizado que soube reciclar e potenciar as suas tradições. Olhamos ainda mais a Norte e vemos o que Vila do Conde e a Póvoa fizeram nas Caxinas...em Espinho interessa mais acautelar os interesses do final do mês!

18.4.09

campeonato nacional A1 de voleibol - 1º


SCE 3 - 2 VSC

Próximo jogo: dia 25 de Abril, às 15h, em Guimarães.